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Não era um fim de tarde incomum. Os dois estavam no laboratório, fazendo suas pesquisas, conversando sobre probabilidades, escrevendo seus cálculos e etc.
Seu novo projeto era uma ideia de Jayce, o que fez Viktor passar muito tempo tentando entender o que o mesmo queria.Alguns minutos a mais se passaram e a conversa era interativa entre os dois, com piadas bobas e descontraídas. Em meio de suas risadas, são interrompidos com o som do celular de Jayce tocando com uma ligação.
Ele retirou o aparelho do bolso e Viktor olhou de relance para a tela do celular, vendo o seguinte nome; “Mel😼”
O que caralhos era aquele emoji? - Viktor pensou consigo mesmo. Não conseguindo ignorar a pontada de ciúmes que ele estava sentindo.Jayce atende o telefone e passa algum tempo apenas respondendo com concordância verbal. Infelizmente para Viktor, ele não conseguia ouvir a conversa. Até que ela finalmente se encerra e Jayce abaixa o aparelho, olhando fixamente para Viktor.— Viktor, tenho que ir. - Diz Jayce enquanto se levanta de sua cadeira.— É claro que tem. - Viktor diz em um tom seco e cara fechada, sem olhar para o homem em pé a sua frente.— Como? - Perguntou Jayce confuso.— Não é nada. Vá. - Os olhos de Viktor não saiam do chão.Jayce o olhou apreensivo, mas realmente precisava sair. Ele tocou o cabelo do menor e deu uma leve carícia antes de sair andando e fechar a porta.Viktor dá um suspiro frustrado. Seus sentimentos por Jayce novamente haviam passado do limite, de forma que ele não conseguia se segurar.
Aquilo vinha acontecendo com frequência desde que ele havia acordado com Jayce ao lado dele após ir dormir gripado. Jayce cuidou dele e dormiu sentado ao seu lado, para que caso ele precisasse, não estivesse sozinho.
Viktor já sabia que tinha alguns sentimentos pelo seu parceiro, mas aquilo o fez sentir mais importante para Jayce e fez seus sentimentos aumentarem pelo mesmo.Viktor amava o mais novo, mas não podia falar sobre. Pois ele tinha um relacionamento com a Mel.
Pelo menos, era o que ele achava até o momento.Jayce estava do lado de fora do local que Mel solicitou sua presença, era um bar chique. Logo após, Mel sai do local acompanhada de uma mulher alta e musculosa, as duas visivelmente se divertindo com a companhia uma da outra.— Boa noite. - Jayce olhou para as duas sem esboçar reação.— Jay! - Mel sorriu e foi até ele. — Podemos ir ali conversar rapidinho? - Ela disse e o puxou para um canto, deixando a garota que a acompanhava aguardando na calçada a frente do bar.
Jayce a acompanhou em silêncio.— E então? - Jayce questionou.— Acho que você tinha razão. - Ela sorriu e olhou para ele. — O que nós tínhamos… era interessante, mas não era algo certo. Eu não fiz porque gostava de você, eu só queria algo rápido. Mas com ela… - Ela olha para a garota que a aguardava. — Acho que posso ter algo a mais.— E você me chamou pra dizer que eu fui trocado por mulher? - Jayce olhou pra Mel incrédulo com as palavras que a mesma havia acabado de proferir.— Não é como se eu fosse a única que trocou o outro por alguém do mesmo gênero, Jayce. - Ela sorriu de novo sugestiva.— Como é? - Jayce arqueou a sobrancelha em visível confusão.— Viktor.— O que? Não… - Ele sabe que não conseguiu enganar ela com esse tom de voz. Não conseguiria enganar nem um bebê desse jeito. — Tá bom. Não foi exatamente assim, mas não posso dizer que é um não. Mas… isso é tão óbvio assim?— Vou fingir que você não me perguntou isso. Só os dois não perceberam ainda. Bom, eu te chamei pra finalizar as coisas entre nós pessoalmente. Odiaria ter essas conversas por ligação. - Ela deu de ombros. — Podemos ser apenas conselheiros e parceiros de trabalho ou amigos, você escolhe, mas não teremos mais nada sexual entre nós.— Certo. Sem problemas. - Jayce afirmou, ele sabia que não ligava, então não tentou dizer nada. — Mas… só uma pergunta. Você é… lésbica?— Bissexual, querido. Eu disse que não gostava de você romanticamente, mas você transa bem. - Mel riu um pouco ao ver a expressão surpresa e desajeitada de Jayce. — Você é tão previsível. Viktor deve adorar isso em você. Inclusive, já pode voltar para ele.— Como sabe que eu estava com ele? - Jayce questionou desconfiado.— Pude sentir o olhar bravo e enciumado dele de longe, querido. - Mel sorriu e andou alguns passos. — Vocês formam um casal adorável. - Ela seguiu caminho até a moça de seu encontro.Jayce ficou um pouco ali, parado, pensando em todos seus sentimentos por Viktor.
Tudo o que ele podia pensar era Viktor.
Ele iniciou uma caminhada sem rumo, ele apenas andava rápido enquanto pensava demais, sua cabeça estava a milhão com os infinitos questionamentos que pareciam não ter fim:Seus sentimentos eram normais, certo? Não era amor, não poderia ser. Viktor era apenas um parceiro de trabalho, não é? Era só isso. Não tinha como ser outra coisa, não tinha… Bom, na verdade tinha sim.
Jayce começou a se lembrar de todas as vezes que pensou em beijar Viktor enquanto ele ria. Os abraços que eles tinham que davam arrepios nas costas dele. Em todas as vezes que ele se masturbava e vinha Viktor a sua mente. Quando ele saia com a Mel e podia se lembrar de Viktor, como um paralelo entre eles que acontecia em seus pensamentos. Tudo o que Jayce conseguia pensar era em Viktor.
Tudo girava em torno de Viktor.
Viktor, Viktor, Viktor, Viktor, Viktor.— VIKTOR! - Ele disse em voz alta na frente de uma porta de madeira escura. Não qualquer uma, a do quarto de Viktor. Seus pés o levaram até ele inconsciente, pois era onde ele sabia que seu coração queria retornar.A porta é aberta alguns segundos depois, com a expressão assustada no rosto de Viktor, que parou em sua frente.— Está tudo bem? Por que está gritando? - Jayce entra sem anúncio no quarto, fechando a porta atrás dele.— Viktor… - Ele disse um pouco mais baixo. O que ele estava fazendo? Por que ele estava ali? O que diabos ele queria falar? — Acho que a Mel terminou comigo… - Viktor não pôde esconder seu olhar irritado.— Poxa, que pena. - A ironia era nítida. Ele se virou e foi andando até o sofá. — E porque você veio me contar sobre?— Porque somos amigos. - Viktor deu uma risada irritada, com um “Tsk” estalado saindo de sua boca enquanto vira a cabeça pro lado. — Não. Não foi por isso… foi porque eu não me importo que ela tenha terminado. - Jayce confessou indo até o sofá e se sentando ao lado de Viktor com uma expressão de frustração estampada em seu rosto. — Eu não me importo. Eu… não me importo porque eu nunca gostei dela. Eu gosto de outra pessoa. - Viktor olhou pra ele com as sobrancelhas semicerradas.— Nossa, que confusão. - Disse Viktor, irônico. — Então porque você não vai correndo dizer pra essa mulher o quanto você ama ela?— Você não tá entendendo, Viktor. Não é com uma mulher que eu quero estar, é com você. E tecnicamente, eu vim correndo aqui pra te falar isso. - Jayce disse com o rosto levemente corado e aqueles olhos de cachorrinho, enquanto tocava o joelho do moreno ao seu lado.
Viktor o olhou surpreso. Aquilo parecia irreal de ouvir após tudo que havia acontecido na vida de ambos.— O que…? - Ele não conseguiu completar sua frase, pois Jayce já havia segurado seu rosto com as mãos e o puxado para um beijo necessitado para ambos. Viktor suspirou enquanto correspondia o ato do seu “amigo”.
Eles ficaram ali por um momento, de uma forma romântica mas sedenta.— Eu passei esse tempo todo sem perceber o quanto eu te amava. - Jayce fez uma pausa. Olhando naqueles olhos âmbar que o faziam ter borboletas no estômago. — Eu neguei todo esse tempo meus sentimentos por você, mas assim que você entrou e salvou minha vida, eu soube que era você. - Ele disse com a respiração ofegante.Viktor não disse nada, não sabia como dizer o que estava passando pela sua mente naquele momento. Então apenas agiu, mas obviamente ele não deixou de sussurrar um “Eu te amo” soprado contra os lábios de Jayce. Todos os beijos que ele nunca havia dado no homem que amava, ele o entregou agora.Os dois pareciam ter alcançado tudo o que sempre quiseram em mãos. Terem um ao outro.
Viktor não se segurou nem por um segundo em subir no colo de Jayce quando o mesmo tocou a parte interna de suas coxas. E Jayce não pode não gemer baixinho e manhoso quando sentiu o peso de Viktor contra o seu pau, atiçando cada vez mais um ao outro.
Viktor segurou a nuca de Jayce puxando seu cabelo, ele estava sedento. Deu uma mordida leve no lábio inferior de Jayce antes de se afastar para olhar nos olhos de cachorrinho que ele tinha.— Se você gostava de mim, por que ficou com a Mel? - Viktor perguntou irritado.— E-eu não sabia. Eu nunca gostei de nenhum outro homem antes. - Naquele momento, Viktor passou a mão para frente do pescoço do maior, roçando o dedo com um pouco mais de força pelo seu pomo de adão de forma possessiva. Jayce engoliu em seco e pode sentir um arrepio forte percorrer pelo seu corpo.— É bom ser seu primeiro em alguma coisa, mas ainda não gosto da ideia daquelazinha com as mãos em você.— Me desculpa… - Jayce disse com aquele lindo olhar que fazia Viktor enlouquecer.— Vai ter que trabalhar muito se quiser meu perdão. - Viktor voltou a beijar aquele em baixo de si. Podia sentir que Jayce estava gostando do jeito que o tratava.Jayce se sentiu tão desejado que nem se quer pensou em reclamar.
A mão de Viktor, ainda posicionada na frente do pescoço de Jayce, se soltou para encaixar novamente seus dedos grandes e finos ali e apertou com vontade.
Um doce gemido gutural roçou a mão dele enquanto sentiu Jayce se contrair em baixo dele.
O beijo não parava de ficar mais intenso. As línguas guerreando na boca dos dois por lugar e atenção. As mãos de Jayce foram com força para a cintura de Viktor quando ele sentiu o fôlego se esvair. Eles se afastaram para que Jayce se recuperasse.— Seu beijo é tão bom, melhor do que eu imaginava. - Ele acaricia o rosto do homem ofegante e rosto vermelho. E sinceramente, ele também estava assim. — Sua boca é boa assim em outras coisas? - Viktor deslizou seu polegar para dentro da boca de Jayce que estava com a boca cheia de saliva quente. O homem gemeu manhoso com aquele olhar de puta que só ele tinha.Jayce sorriu, sabendo o que Viktor queria. Ele lambeu e chupou o dedo de Viktor para provocá-lo, o que fez Viktor morder o próprio lábio olhando nos olhos. Seus beijos no pescoço do pálido que gemia baixo e rouco.
Jayce coloca a mão na barra da camisa do homem em cima dele e a puxa para cima de forma quase desesperada. Ele posicionou a mão dele no ombro de Viktor e o virou para o lado, fazendo que ele sentasse na beira do sofá.
O moreno se posicionou ali, descendo seus beijos pelo corpo de seu amado até descer para a bainha de sua calça.
Viktor ficou ansioso, preocupado com o que Jayce falaria ao descobrir algo que eles nunca conversaram, mas estava tão tão tão necessitado que só conseguia gemer rouco.
Jayce, que não era paciente, arrancou tudo de uma vez as roupas de baixo e olhou para o meio das pernas de Viktor.— Viktor… - Ele olhou ali de baixo— Eu sei… - Ele gaguejou. — Mas nunca tive abertura pra falar de algo assim pra você. Eu… - Ele não pode acabar a frase, foi interrompido.— Você não precisa falar sobre isso, eu só fiquei surpreso. - Ele voltou o olhar para onde havia ganhado um prêmio.— Isso é um problema pra você? - Ele perguntou um pouco preocupado.— Nenhum pouco. - Ele abriu a boca, colocou a língua para fora e o ar quente antecipou o toque na buceta umedecida na frente dele.
Viktor gemeu, não foi baixo. Ele gemeu enquanto Jayce mostrava que sua boca realmente fazia milagres.
Ele soltava seus sons roucos, mas outros eram agudos e desesperados. Suas mãos seguram a parte de cima da cabeça de quem o chupava melhor do que qualquer um. Não que Viktor tivesse muitos em sua vida, mas ele não queria. Agora ele tinha Jayce só para ele, não queria e precisava de mais ninguém.— Jay…ce… - Seus gemidos altos enquanto ele se contorcia e apertava o sofá só fazia com que Jayce se empenhasse mais, inserindo facilmente dois dentro dele, no seu rosto podia ser visto com aquele sorriso desgraçado que daria para ver de longe e aquele sentimento de vitória inflado.
Viktor sentia que não duraria muito, porque puta merda, Jayce era bom.
Ele apertou o cabelo de Jayce, que não parava por nada. A buceta de Viktor estava encharcada e só Jayce sabia que não era só da saliva dele, podia sentir pelo gosto.
Viktor arqueou as costas gemendo quando gozou na boca do homem habilidoso. Seus olhos revirando para trás, a visão turva, a audição abafada, aquela sensação que ele nunca esqueceria.Jayce sorriu e se levantou, com orgulho estampado naquela cara de bobão.— Você me desculpa agora?— Longe disso. - Ele sorriu e o puxou para um beijo e o abraçou com as pernas. Jayce o puxou para cima, o pegando no colo como se fosse uma folha de papel.
Jayce o carregou para a cama no quarto que ele conhecia muito bem, mesmo não experimentando ele assim antes.
Os gemidos fracos dos dois os deixavam mais atiçados. Jayce arrancou sua roupa e mostrou seu corpo esculpido e suado. Viktor se molhou mais quando contraiu ao olhar o corpo completamente nu do seu parceiro que ele tanto desejava.
Viktor sorriu sabendo que aquele gostoso de homem perfeito e bobo era apenas dele agora. Ele realmente era um possessivo com seus pertences.E você deve estar pensando “Que tóxico! Está tratando Jayce como se fosse um objeto de propriedade dele, como um boneco!? Que horror!”
Bom, eu não te digo nada, apenas te conto.Jayce beijava todas as partes do corpo de Viktor, tudo o que ele podia, o elogiando cada vez mais, endeusando ele.
Viktor adorava. Adorava ser elogiado e adorava xingar.— Se eu soubesse o quanto você me queria, eu teria calado sua boca muito antes com a minha buceta. Talvez assim você não falasse aquelas idiotices sobre estar com a Mel. - Ele estava ofegante. — Me contando suas histórias de vadiazinha por aí. - Jayce estremeceu com a raiva nítida na voz do companheiro.— Para de falar dela. Eu não quero saber dela. Eu quero você! - Ele beijou as bochechas avermelhadas e levemente suadas de Viktor. — Mas você pode me xingar mais se quiser. - Deu uma mordida no lóbulo da orelha de Viktor, que sorriu com a fala e a ação.— Você é ridículo. - Ele riu baixinho.— Vik… - Ele disse manhoso e se empurrando para se esfregar no seu dominate queridinho. — Eu posso?— Não precisava pedir. - Então Jayce pareceu um animal seguindo seu instinto. Ele colocou saliva no próprio membro e esfregou na entrada molhada de Viktor, que gemeu ansioso.Sem demora, Jayce empurra seu pau para dentro, fazendo os dois gemerem com o maior êxtase que já tiveram.
Os gemidos de Viktor agora eram mais altos, agudos e sem vergonha alguma. Palavrões e elogios saiam de sua boca o tempo todo, mesmo que Jayce não conseguia entender metade deles, já que Viktor falava com dificuldade e gemendo.
O som dos corpos se batendo enquanto Jayce metia com força dentro do Viktor ecoava no quarto e fazia a cama ranger com sincronia a cada estocada.— Puta que pariu, Jayce. - Ele gemeu e abraçou ele com os braços, passando por trás do pescoço. Ele o puxou para perto e mordeu o ombro forte do filho da puta que o fodia com tanta vontade. — Oh Deuses…— Viktor, porra… - Ele gemeu com sua garganta vibrando. Sentindo cada centímetro de dentro de Viktor, e caralho, isso era bom demais.Os dois nunca se afastavam. Eles se abraçaram, Jayce gemendo manhoso enquanto metia sem dó no querido que arranhava as costas dele.
Nesse momento, Jayce se sentiu o rei do mundo por ouvir os gemidos daquele twink irritadinho de cara fechada o tempo todo, de boca aberta e quase chorando de tesão contraindo contra seu pau.— Viktor… Viktor… Ah, caralho… - Ele gemeu apertando os lençóis ao lado da cabeça de Viktor deitado. Jayce pode sentir seu limite. — Teria algum problema se… eu gozasse dentro? - Ele perguntou confuso e preocupado, mas desesperado.— Nenhum pouco, não posso gerar nada. - Ele disse, gemendo um pouco mais envergonhado, não queria explicar agora.Jayce não conseguia se importar com isso agora, ele mal conseguia pensar. Ele continuou metendo sem dó e agarrou os lábios do amor em baixo dele, que contraia várias vezes, cada vez mais rápido de tanto que ele amava aquilo
Era um beijo forte, mais agressivo do que eles deram antes, os dois já não conseguiram falar, só gemer, se beijarem e se olharem com a paixão primitiva dentro deles.
Não muito tempo depois, Jayce jorrou dentro de Viktor com um gemido mais agudo no final. Ele empurrou seu pau o mais fundo que ele podia enquanto Viktor o abraçava com força nas pernas. O mesmo gemeu sentindo outro orgasmo e um arrepio traçando seu corpo enquanto ele arqueia suas costas para sentir mais o líquido de Jayce dentro de si.Jayce se retirou de dentro de Viktor, mesmo que quisesse passar o resto da vida ali dentro. Via a porra dele escorrendo para fora daquele lugar apertado. Ele sorriu olhando como Viktor estava deitado e acabado.
Se aproximou e deu um beijo amoroso no meio de sua testa. Viktor fechou os olhos respirando fundo.— Vik… agora você me–— Sim, seu bobo, você tá desculpado. - Ele sorriu sentindo o vento o refrescando quando passa pelo seu suor.— Eu te amo. - Ele se deitou ao lado de Viktor.— Eu te amo. - Ele respondeu e virou os olhos, acompanhado os atos de Jayce.— Temos que nos limpar… - Disse aquele preguiçoso de saco vazio.— É… Eu vou esperar um pouco, mas vamos sim. - Ele olhou para o teto e colocou a mão sobre o próprio peito.— Você se importa se eu perguntar de como você “não consegue gerar nada”? - Perguntou apreensivo.— Eu meio que passei por muita coisa. Minha mastectomia não veio de profissionais, nem de clandestinos. Foram acontecimentos. Sinceramente, não odiei quando perdi, mesmo que eu não tivesse seios grandes nem nada do tipo, mas foi como aconteceu. Eu não me importo de que tenham sido removidos. - Ele deu de ombros. — Meu corpo não é mais apto pra gestão. Eu estudei o que pude sobre isso e até já testei, então não pode acontecer nada.— Isso parece assustador…— Não é a história mais bonita e não gosto de falar sobre. Um dia eu te conto, quando eu não estiver com o coração acelerado depois do seu pau abrir uma cratera dentro de mim. - Ele riu fazendo a piada.— É justo. - Jayce riu.
